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Instalação de sprinklers no Rio de Janeiro

Projetamos e instalamos sistemas de chuveiros automáticos conforme a ABNT NBR 10897 e as instruções técnicas do CBMERJ, do cálculo hidráulico ao comissionamento. Execução com equipe própria, ART de projeto e de execução e acompanhamento da tramitação até a vistoria.

Escopo da disciplina

norma
ABNT NBR 10897
escopo
projeto e execução
tramitação
CBMERJ
responsável
CREA-RJ com ART

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Rede de sprinkler instalada em forro técnico
Rede de distribuição em forro técnico, compatibilizada com as demais instalações antes do fechamento.
Normas aplicadas
  • ABNT NBR 10897
  • NT / IT CBMERJ
  • ABNT NBR 13714
  • NFPA 13
Uma das seis disciplinas que entregamos. No mesmo contrato entram combate a incêndio, gás, climatização, exaustão, elétrica e hidráulica.

Para quem fazemos

  • Condomínios: adequação do prédio às exigências do Corpo de Bombeiros, com o síndico e a administradora.
  • Construtoras e incorporadoras: projeto e instalação em obra nova, compatibilizados com as demais disciplinas.
  • Galpões, indústria e logística: proteção de áreas de armazenagem e produção.
  • Comércio, lojas, hotéis e escolas: instalação e adequação para a aprovação no CBMERJ.

Não atendemos residência individual (casa ou apartamento).

Como o sistema funciona

O chuveiro automático não é acionado por alarme nem por comando: cada bico abre sozinho quando o calor rompe o elemento termossensível daquele ponto. Só a área atingida é molhada, e o sistema já entra em ação antes de qualquer intervenção humana.

Solda de tubulação de rede de incêndio em campo
  1. 01

    Chuveiros automáticos

    Distribuídos conforme a área de cobertura calculada para a classe de risco. Cada bico tem elemento termossensível próprio, com temperatura de acionamento escolhida em função do ambiente.

  2. 02

    Rede de distribuição

    Tubulação dimensionada por cálculo hidráulico, não por bitola padrão. É onde a compatibilização com as outras disciplinas mais pesa: a rede disputa o forro com duto, eletrocalha e hidráulica.

  3. 03

    Conjunto de bombas

    Bomba principal, bomba de pressurização e fonte de energia alternativa, dimensionadas para o ponto hidraulicamente mais desfavorável do sistema.

  4. 04

    Reserva técnica de incêndio

    Volume exclusivo do sistema, calculado para sustentar a área de operação pelo tempo previsto em norma. Não é compartilhado com o consumo da edificação.

  5. 05

    Válvula de governo e alarme

    Controla o trecho, sinaliza o acionamento e permite o teste periódico da rede sem precisar disparar chuveiro.

Tipos de sistema

a escolha vem do risco e da temperatura do ambiente
  • Tubo molhado

    Sistema de tubo molhado

    A rede fica permanentemente pressurizada com água. É a solução mais comum e a de resposta mais rápida.

    ambientes sem risco de congelamento
  • Tubo seco

    Sistema de tubo seco

    A rede fica pressurizada com ar; a água só avança quando um chuveiro abre. Evita congelamento e dano por vazamento em áreas sensíveis.

    câmaras frias e áreas descobertas
  • Dilúvio

    Sistema dilúvio

    Bicos abertos e acionamento por detecção, molhando toda a área protegida de uma vez.

    risco alto e propagação rápida
  • Pré-ação

    Sistema de pré-ação

    Exige detecção e abertura do bico para liberar água, reduzindo o risco de descarga acidental.

    data centers e arquivos

Da visita técnica ao AVCB

  1. 1

    Visita técnica e levantamento

    Avaliação da edificação, da ocupação real de cada pavimento e da infraestrutura hidráulica existente.

    responsávelEngenha Rio
  2. 2

    Classificação de risco

    Definição da classe de risco e da área de operação, que é o que determina densidade, vazão e reserva.

    responsávelEngenha Rio
  3. 3

    Cálculo hidráulico e projeto

    Dimensionamento da rede, das bombas e da reserva, com memorial, peças gráficas e ART.

    responsávelEngenha Rio
  4. 4

    Protocolo e análise

    Tramitação do processo e resposta às exigências até a aprovação do projeto.

    responsávelCBMERJ
  5. 5

    Execução e comissionamento

    Instalação com equipe própria, teste de estanqueidade, ensaio das bombas e comissionamento documentado.

    responsávelEngenha Rio
  6. 6

    Vistoria e AVCB

    Acompanhamento da vistoria final e emissão do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros.

    responsávelCBMERJ

O prazo das etapas sob nosso controle entra por escrito na proposta. A análise e a vistoria seguem o prazo do CBMERJ.

Monte o escopo do empreendimento

Três campos e o resumo vai pronto para o WhatsApp — o engenheiro já abre a conversa sabendo do porte e do que entra no contrato.

Atendemos todo o Estado do Rio de Janeiro. Resposta em até um dia útil.

01Qual é o empreendimento?

02Área construída

03O que entra no escopo?

Selecione as opções acima e o resumo aparece aqui. Você também pode enviar sem responder nada.

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Manutenção do sistema

Sistema instalado e nunca inspecionado é o cenário mais comum nas reprovações de vistoria. A norma exige inspeção periódica, e é ela que garante que a rede vai responder no dia em que precisar.

Semanal
Verificação de pressão nos manômetros e teste de partida do conjunto de bombas.
Mensal
Inspeção visual da rede, dos chuveiros e das válvulas de governo e alarme.
Trimestral
Teste de fluxo de água pela válvula de teste e verificação do alarme.
Anual
Ensaio completo do sistema, teste de vazão das bombas e emissão do laudo técnico.

Perguntas frequentes

Todos os chuveiros disparam ao mesmo tempo?

Não. Cada chuveiro tem um elemento termossensível próprio, e só abre o que estiver exposto ao calor. Numa ocorrência real, costuma ser um ou dois bicos — o que limita bastante o dano por água em relação ao que a maioria das pessoas imagina.

Quando o sprinkler é exigido?

A exigência vem da ocupação, da área construída, da altura e da carga de incêndio da edificação, conforme as instruções técnicas do CBMERJ. Galpões, shoppings, hospitais, hotéis e edifícios altos costumam entrar na exigência. O enquadramento se define no levantamento em campo, não por regra geral.

É possível instalar em edificação já em operação?

Sim, e boa parte das nossas obras é assim. O projeto é adaptado ao que já existe — forro, estrutura, prumadas — e a execução é planejada por trechos, para reduzir a interferência na operação.

O que é a reserva técnica de incêndio?

É o volume de água exclusivo do sistema, dimensionado pelo cálculo hidráulico para sustentar a área de operação pelo tempo previsto em norma. Não pode ser consumido pelo abastecimento comum da edificação.

Preciso de bomba de incêndio?

Depende de a rede pública garantir pressão e vazão suficientes no ponto mais desfavorável. Na prática, na maioria dos projetos é necessário conjunto de bombas com fonte de energia alternativa.

Vocês atendem fora do Rio de Janeiro?

A atuação é focada no Estado do Rio de Janeiro, com concentração na capital e na Região Metropolitana. Para projetos em outros estados, avaliamos a viabilidade caso a caso.

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